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sexta-feira, 23 de junho de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Fracassos da COMPESA: Recife é esgoto a céu aberto.

Esgoto aberto e fedendo há um ano: rua gervásio pires esquina com av. conde da boa vista, reclamações em vão. Foto de hoje

Eis o esgoto a céu aberto na Gervásio Pires, esquina com av. Conde da Boa Vista (ao lado do Shopping Boa Vista, etapa nova)

TELEFONE DA COMPESA: 0800 081 0195
TELEFONE DA COMPESA: 0800 081 0195

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os mercados públicos no Recife


Poucos locais refletem tão
bem a verdadeira alma
de uma cidade quanto
seus mercados públicos.
Neles, a história e a cultura
popular estão retratadas na
gastronomia, no artesanato,
nas figuras populares
e nos objetos e artigos
comercializados.
Vale a pena conferir.
Mercado de São José
Nos vários corredores deste histórico
mercado público (1875) tem de tudo
um pouco, desde o artesanato às ervas
medicinais e artigos de xangô. Uma
interessante opção para quem deseja
conhecer a “sorte” são os búzios e o
tarô jogados no Mercado.
Praça Dom Vital, s/n, São José.
Tel.: (81) 3232-2319 (posto
de informações turísticas).
Funcionamento: 6h/18h
(seg. a sáb.); e 6h/12h (dom.).
Mercado da Boa Vista
Ponto de encontro de intelectuais e
poetas, tem suas tardes dos sábados
transformadas em informais recitais de
poesia. Rua de Santa Cruz, s/n, Boa
Vista. Tels.: (81) 3421-1171/9192/9194.
Funcionamento: 6h/18h (seg. a sex.);
6h/20h (sáb.); e 6h/14h(dom.).
Mercado da Madalena
Construído na década de 20, recebeu
o nome de Mercado Bacurau por
funcionar no período noturno. Seu
reforçado café da manhã reúne os
baladeiros da cidade. Ao lado, a
tradicional Feira dos Passarinhos.
Rua Real da Torre, 270, Madalena.
Tels.: (81) 3445-1170/0743.
Funcionamento: 6h/18h (seg. a sáb.); e
6h/13h (dom.).
Mercado da Encruzilhada
Aos sábados, a Praça de Alimentação
do Mercado da Encruzilhada reúne
gente de todos os bairros da cidade.
Ali, a pedida é saborear uma
cachacinha – tem as melhores
do Brasil – e provar pratos típicos
a bolinho de bacalhau de receita
tipicamente portuguesa.
Rua Dr. José Maria, s/n, Encruzilhada.
Tels.: (81) 3427-6182/3077-0471.
Funcionamento: 6h/18h (seg. a sáb.); e
6h/13h (dom.).
Recife te quer - abril, 2008 | 29
Mercado de São José
Um domingo tipicamente recifense é apresentado neste roteiro, que
amanhece em Boa Viagem, uma das praias urbanas mais bonitas
do Brasil, assiste missa na secular Igreja de Santa Tereza da Ordem
Terceira do Carmo e descortina as muitas delícias da capital de
Pernambuco, primeiro pólo gastronômico do Norte e Nordeste
brasileiros. Ainda neste domingo, a oportunidade de conhecer um
pouco mais sobre Pernambuco no Palácio do Campo das Princesas,
de comprar produtos artesanais no cenário de uma cidade com mais

de 470 anos de história e de dançar os imperdíveis ritmos da terra.

Despreparo ao salvar vítima, em Londres

Sobre o incêndio num prédio em Londres, a semana passada.
Como, numa cidade daquelas isso pode ser admissível?

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Procura-se um novo ator para interpretar JESUS CRISTO em Pernambuco


HOJE NO SÍTIO TRINDADE, QUADRILHAS JUNINAS DO RECIFE: o show continua! Recife, 15 de Junho 2017



1 QUADRILHA ZÉ MATUTO | ESPETÁCULO 2017 “O GALOPE DO RECIFE ASSOMBRADO” Inspirado na obra de Gilberto Freire, Assombrações do Recife Velho e na obra de Carneiro vilela, A emparedada da Rua Nova.
Resumo do Tema A história do Recife esta rodeada de lendas urbanas que fazem parte do imaginário e da história do povo pernambucano. O rio Capibaribe guarda em suas águas histórias de pescadores. Os sobrados, ruas e praças mantem em suas edificações marcas de um tempo onde as pessoas acreditavam seriamente em eventos sobrenaturais. São inúmeros bairros e monumentos históricos cheios de mistérios esperando para serem desvendados. A Cruz do Patrão, o Riacho do Prata, a Praça chora menino e a Rua Nova são locais por onde no passado, dizem os recifenses, se viam criaturas do outro mundo, visagens e malassombros. Segundo Gilberto Freire no conto O Riacho da Prata,a noite de São João é propicia a estes eventos:“ Na noite de São João, hei de banhar-me no açude, nessa noite é benta a água, para tudo tem virtude”.(Assombrações do Recife Velho) Nestas noites é mais facil as aparições de personagens como o Boca de Ouro, A Emparedada da Rua Nova ou de alguem que levou uma carreira da Perna Cabeluda. Desta maneira, mantendo a linha de criação da quadrilha Zé Matuto com pesquisa e embasamento histórico, ela se “reinventa” sem perder a sua caracteristica mais marcante, a de produzir espetáculos cada vez mais regionais, cada vez mais pernambucanos.
2 Junina mandacaru SINOPSE

O sertão está em festa! Um inverno de dar gosto. A colheita foi farta e o verde se estende por toda parte. Dorotéia está muito feliz, não vê a hora da festa começar. Quem sabe nesta noite não encontrará seu grande amor? Tia Nanã, porém, muito ranzinza, proíbe a festa na Fazenda Felicidade.
Tia Joaninha, que é boa, conta para Dorotéia que existe um lugar onde a festa de São João é linda, basta esperar o arco-íris aparecer e seguir o caminho até as brenhas de Jeritacó. Neste reino existe um poderoso mágico que pode realizar qualquer sonho.
Ao lado dos seus “brinquedos” inseparáveis Dorotéia, segue pelo arco-íris em busca da festa de São João. Como num sonho, seus amigos vão em busca de seus desejos, embarcando numa aventura nordestina.
...
3 JUNINA   NA  EMENDA TEMA:O  BAILE  NO  BORDEL   ENCANTADO
( Inspirado  em  obras  da  literatura  de  cordel  e  causos  populares) RESUMO  DO  TEMA
Um  grande  baile  é  organizado  no   bordel  mais  famoso  da  região  para  escolher  um  noivo  para  o  casar  com  Gabriela, a  quenga  virgem, tudo  regado  á  muita  dança, poesia  e  música  de  artistas  regionais
SINOPSE:Gabriela  é  a  quenga  virgem  da  cidade  de  Mato  Seco. Filha  de  D.  Santa, mulher  fervorosa  e  devota  da  igreja, mas  foi  criada  por sua  irmã   Rosa , a  dona  do  bordel   mais  famoso  da  cidade:  O  BORDEL  ENCANTADO.
Rosa   criou  Gabriela  com  muito  zelo,  mas  mesmo  assim, todos  na  cidade  falavam  da  pobre  moça, pelo  fato  de  ter  sido  criada  num  cabaré, lugar  onde  moram  as  moças  que  fazem  a  alegria  dos  homens  da  cidade, daí  o  falatório  contra  a  pobre  coitada “ a  quenga  virgem “.
Para   acabar  de  vez  com  esse  falatório , Rosa  resolve fazer  um  concurso  para  escolher  um  noivo  para  Gabriela.
O   campeão, teria  a  honra  de  casar  com  a  sua  filha  e  dar  um  nome  `a  quenga  virgem. 
Como  presente  de  casamento, dará  uma  grande  festa  para  selar  a  união.
O  casamento  foi  um  dos  maiores  e  mais  famoso  evento  da  região e  dizem  até,  que  o  baile  durou  sete  dias.
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RAPOSART; TEMA ACORDE ON Resumo sobre o tema A PERSONAGEM AMELNHA VOLTA A SUA CIDADE NATAL PARA MARCAR O CASAMENTO DE SUA IRMÃ MAIS VELHA, MAS CHEGANDO LÁ SE DEPARA COM UM CENÁRIO TOTALMENTE DIFERENTE DO QUE ELA ESPERAVA, COM A AJUDA DE PERSONAGENS IRREVERENTES, UM ACORDEON MÁGICO E MUITA FÉ AMELINHA FARÁ DE TUDO PARA CASAR SUA IRMÃ E AINDA TRAZER DE VOLTA AS BRINCADEIRAS DE SÃO JOÃO.
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ARROCHA O NÓ: RESUMO DO TEMA
SÃO JOÃO XANGÔ MENINO A quadrilha vem tratar de um tema de real importância que perdura desde a antiguidade até os dias atuais - a intolerância religiosa; contando a história de um amor que é impedido pelas diferenças de credo de uma cidade; Trazendo como pano de fundo o sincretismo religioso de São João, no Catolicismo e no Candomblé pelo Orixá Xangô.
O projeto não vem defender religião, julgar certo ou errado, nem questionar a fé... Vem apenas impulsionar ao público receptor e também interno a uma reflexão sobre a real situação da atualidade acerca dos valores pessoais, e respeito ao próximo.
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CAFUNDÓ.  “SINÓPCIA” DO TEMA Depois ele trabalhar a terra e plantar as sementes, nada mais alegre do que colher os frutos, celebram a fartura das colheitas. Devotos de Sao João conta a história do desaparecimento do sol, que se escondeu deixando a terra escura e triste. - O noivo e a noiva iam se casar à luz de uma fogueira, mas se perdem. A boneca de milho não madurece ern espiga e o pássaro Uanami não canta mais. Só há uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dançar quadrilha achando o sol. Os personagens passam por várias provas nessa busca sem perder a coragem, a fé e o sonho. Baseado em brincadeiras populares, devotos de São João e uma adaptação do livro BANDEIRA DE SÃO JOÃO que encantará públicos e jurados e todos os cantos.
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A Junina Chiclete com Banana em 2017 vem com seu espetáculo resgatar a tradição das quadrilhas juninas, trazendo à tona o colorido e alegria que um quadrilheiro sente no período junino resgatando através do seu repertório a magia das quadrilhas juninas de antigamente.


TEMA

NO MEU TEMPO...
- Vovô o que o senhor está fazendo uma hora dessas aqui fora?
- Ha minha neta, eu estava pensando aqui no meu tempo!

         No meu tempo a festa junina tinha um clima gostoso. Meu nome é Antônio e eu vou lhe contar que no meu tempo nas festas juninas a melhor coisa pra mim era dançar quadrilha, a vila ficava em festa a meninada ajudava na decoração e eu ficava encarregado de organizar a quadrilha que no meu tempo era muito diferente.
         Tinha que ter casamento matuto com direito a moça fogosa e noivo fujão que logo depois de ser casado a força já que não tinha mais jeito se juntava com os amigos pra dançar as quadrilhas.
         A festa durava a noite toda, era uma alegria só, eu ficava muito orgulhoso em ver minha quadrilha junina animando a vila.
         No Meu Tempo todos brincavam em segurança, dançar quadrilha para nós era só alegria, o povo animado brincava o mês inteiro, mais quando chegava no fim do ciclo junino ficávamos tristes, pois era chegada a hora de nos despedirmos das festividades juninas, a única coisa que nos animava era saber que em alguns meses estaríamos todos juntos novamente para dançar quadrilha.
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A Quadrilha Junina Explosão Sertaneja vem contando a historia de Jeremias, um vaqueiro nordestino assassinado depois de uma entrega de gado a um grande fazendeiro Coronel Antonio pai de Rosa, onde o mesmo realizará uma grande festa em comemoração ao casamento de sua filha, e a entrega dos gados. O vaqueiro Jeremias após sua morte terá sua entrada proibida no paraíso, pois ele terá que perdoar aquele que tirou sua vida, e voltando a porta do céu o mesmo ainda não poderá entrar pois precisará adquirir o perdão de sua esposa, que por não saber o que tinha acontecido fica-lhe jogando maldição .Ao final sua esposa descobre o que tinha acontecido e o perdoa ,os dois terá um ultimo encontro que sera emocionante... 
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TEMA : DOIS CORAÇÕES UM SONHO DE AMOR RESUMO DO TEMA A Junina Matutinho 2017 vai contar a historia de Carolina e Luiz duas crianças que tinham um sonho , sonho esse de serem noivos da quadrilha quando adultos. Eles dançavam na quadrilha mirim a quadrilha era tradicional e durante o ensaio juraram um ao outro que quando estivessem mais velhos iriam realizar o sonho. O que eles não sabiam é que o destino iria separar os dois ainda crianças. Luiz teve que ir para capital com seus pais , já Carolina ficou no interior na despedida Carolina da de presente uma flor para Luiz e pede que que ele guarde de lembrança , a flor que ela levava sempre na cabeça e ele como forma de gratidão lhe dar um beijo. Anos depois na festa de 25 anos da quadrilha Carolina seria a noiva da quadrilha mais estava triste, pois mesmo passado o tempo ela não teria esquecido Luiz , o qual teriam jurado serem noivos juntos da Junina Matutinho. No dia de São João a quadrilha vai fazer o baile para comemorar seu aniversario , sabendo disso la na capital Luiz quer correr e voltar para sua antiga cidade, além de gostar da quadrilha ele não teria esquecido Carolina , sabendo que Luiz iria voltar Carolina fica felicissima com a noticia e decide procurar Luiz no baile e fazer o convite para ele ser o noivo da quadrilha junto com ela , quando se encontram ela faz o pedido de ser noivo com ela , o moço além de aceitar declara-se para meiga moça que corresponde o seu amor levando os então ao casamento.
SULANCA: O CASAMENTO DE ROSA Resumo sobre o tema Na pequena cidade de FLORES, Rosa ( belezinha ) está pra se casar, e tem um sonho: se casar na noite de SÃO JOÃO, na igreja de SANTO ANTÔNIO, ter uma linda festa no pátio da igreja, e o mais importante: UM BUQUÊ DE NOIVA mais lindo do mundo. Para escolher o buquê, Rosa pede ajuda às suas 3 grandes amigas: ROSINEIDE, ROSYMERE e ROSILDA. Só que elas não sabem que Perpétua, a solteirona da cidade fará de tudo pra atrapalhar o casamento de Rosa com Florisvaldo. Será que Perpétua conseguirá aplicar seu plano maléfico? Só assistindo a JUNINA...

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BRIGÕES TEMA: OURIÇADA
   O espetáculo que esta sendo preparado para 2017 vem mostrar de formas cênicas e lúdicas as a cultura, a arte e as estórias da festa da ouriçada que é realizada por pescadores e  marisqueiras nativos da Praia de Suape dentro de  uma festa junina com seus ritmos e folguedos. Com muito encanto o espetáculo da quadrilha junina Brigões de Suapevem de forma cultural e folclórica apresentar o que temos de mais envolvente em nossa festa juninas, Em especial os registrados na memória desta  gente desse pedaço do Brasil.
        A brigões em seu espetáculo vai mostrar as vivencias nativa das tradições na realização da festa da Ouriçada na concepção do povo praieiro da comunidade de Suape.
        Trabalharemos com os atrativos de uma festa que no passar dos anos atrai muitos visitantes e turistas para a nossa região, dando informações da importância dessa data para a comunidade e Região.
       A Quadrilha Junina Brigões de Suape, vem no intuito de continuar sendo um grupo forte dentro e fora de Pernambuco por isso, apostamos no tema do espetáculo e acreditamos no sucesso desta proposta. A quadrilha desenvolve trabalho com a comunidade local buscando os jovens ociosos para junto da arte e da cultura contribuindo socialmente para o desenvolvimento do cidadão. O grupo é formado por integrantes  jovens e adolescentes da nossa comunidade e região.     
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Chinelar 2017 Release do Tema A festa do pau da bandeira é realizada em algumas cidades do nordeste, em especial na cidade de Barbalha no CE. É uma festa em devoção aos santos do ciclo junino: são Antônio, são João e são Pedro. Os homens entram na mata, cortam uma árvore, tiram o tronco, de preferência que esteja reto,e seguem em procissão por toda cidade, asteando- o no centro todo decorado por fitas e por bandeiras com imagens dos santos. Reza a lenda que a pessoa que toca o mastro durante o cortejo, consegue casar. Tendo em vista, que o mastro é abençoado, por conta de , antes do tronco ser retirado da mata , os homens ajoelham - se, rezam e não cospem no chão durante o ato. Em 2017 a junina Chinelar apresenta o tema intitulado:"O mastro", que conta a estória de uma moça que toca o no mastro e resolve casar em plena festa do pau da bandeira , na cidade de Barbalha.
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LUZ DO CANDEEIRO
Rua Ana Rosa Cordeiro de Melo, s/n, Rosanópolis - Caruaru – PE




Caruaru, 11 de maio 2017.


PROJETO – RESUMO DO TEMA 2017

        A quadrilha surge com o tema "As cores do São João através do barro" retratando um artesão e seus bonecos, e o encanto do amor pela sua boneca (Menina dos seus olhos), mas nesta história entra o menino levado "Zezinho" que faz acontecer a magia, juntos descobri um mundo imaginário cheio de cores, vida e emoção. Assim o artesão "Marcos Antônio" apaixonado pela arte do barro e por sua boneca Aurora vivem um lindo casamento encantado e Zezinho o seu maior sonho, ter todos os bonecos alegres e coloridos. Vamos nos divertir nesta linda e emocionante história - AS CORES DO SÃO JOÃO ATRAVÉS DO BARRO.
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RELEASE DO TEMA DA QUADRILHA JUNINA MESTRE ZÉ 2017
Para o ano de estreia da quadrilha no ciclo junino decidimos abordar um fator social dentro da festa junina como forma de chamar atenção da sociedade para esse mal que assola a todos e que muitas vezes é esquecido que é a violência contra mulher, como fonte de inspiração tivemos um poema de um autor desconhecido por título, hoje recebi flores que nos deu base para pesquisa e adaptação do tema para o junino, porém de forma educativa e sem apologias a tal prática que para nós é repugnante. Iremos enfatizar que tal ato existe em todas as situações, mas que para o mesmo existe solução que é a denúncia mostrando que amor e desamor andam lado a lado, mas que primeiramente a mulher deve se amar e continuar derrubando as barreiras do preconceito expandindo seus horizontes na vida social, profissional e, sobretudo pessoal.
Dentro desse contexto criamos a história de Maria da Graça. Uma mulher sonhadora e batalhadora que adorava tocar e cantar, talento herdado do seu pai. De família pobre sempre tocava na praça da cidade de Esperança para juntar gorjetas e ajudar seus pais até que conheceu José Carlos um homem importante e que estava na cidade a negócios, ambos se apaixonaram e logo se casam. Como diz o ditado que no começo são flores e nos finais espinhos em pouco tempo de casamento José Carlos já se impôs dizendo que mulher dele tem que cozinhar lavar e passar em meio a uma discussão ele comete o ato da violência e logo Maria da Graça procura seus direitos e resolvi denunciÁ-lo. Apesar de tanto amor entre os dois o final dessa história irá surpreender a todos, pois enquanto umas resolvem receber flores outras as descartam de sua vida.
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S I N O P S E

Caminheiros sem destino, o destino é Deus quem dá. Sempre em paz comigo mesmo, coração só pra cantar*. Retirantes, romeiros, cangaceiros, mambembes, ciganos, brincantes... andantes que perderam o medo de se perder, encontro de quem caminha junto. Seguem num sonho-sina-saga, os passos de Viramundo, rumo às terras de Benvirá. Na estrada: encontros, encruzilhadas, sortes, embates, amores... O sentido, o norte, a direção: nascimento de São João. A estrela guia, a fogueira anuncia, nasce o menino. Chegança de matulão abarrotado: presentes em forma de canto, dança e louvação. A noite canta pro mundo e eu canto pra São João**, embalando o menino pro mundo não se acabar... até o sol de amanhã, pra ele acordar e “seguir o passeio” de um novo caminhar.

*Orélia - Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga
** Relógio, Caixinha e Pião – Thomaz Pedroso e Dudu Alvez



P E R S O N A G E N S

Viramundo (marcador) – Rulio Vangellis
Juca Tito (noivo) – Halisson Santana
Orélia (noiva) – Gabriela Menezes
Cigana (Aurora) – Leila Nascimento
Anjo – Anderson Carvalho
Isabel – Flávia Silva
Zacarias – Anderson Almeida




A R G U M E N T O


O INÍCIO... A ESTRADA... O ENCONTRO...
Juntando gentes de sonhos e fé, a estrada não é só um percurso, um caminho. É um lugar metáfora, pátria andejante e peregrina, arregimentando um povo que de tão diverso, chega a ser igual!
Portais do sem fim são cruzados pelos guardiões dos devaneios: os andarilhos... E eles se descobrem no pó da estrada.
Sorte ou azar? Sei lá! Deus é que é o senhor do destino!  Não carece ler a mão!
Mas, fique à vontade, faça do seu jeito, nunca foi demais ousar, ser atrevido!
São muitos, são todos... Tem os que retiram... Também os que fazem versos... Aqueles que fogem da lei, ou quem sabe, do desamor. Há os que encenam quimeras e os que propagam a fé! 
Descrever essa peleja da vida estradeira é vasculhar, num tempo de memória, a migração perene do ser. Aqui acolá, se achando e se perdendo, obstinado menestrel da existência, na poesia da viola e da cantiga.

VIRAMUNDO... MESTRE DE CERIMÔNIA... AQUELE QUE É...
Êh, mundo virado!  Êh, Viramundo! 
É ele mesmo o Senhor do levante! 
Deslumbrado e fervorosamente deslumbrante, aferrado pregoeiro da verdade e da utopia, que assinala o caminho e desvenda o mundo inteiro, como lugar de morada.
Um “encantado”, misturando transcendência e concretude... “A Loucura: Sol que não deixa o juízo apodrecer”...
 Mestre de Cerimônia dessa AnDança e pai da alforria.
Anunciador arrebatado e profético do fogo e do menino bendito!
Entonce se a gente veve é lutando, entonce a gente deve se arreuni!
Pra viver, sorrir, encontrar e transbordar.

O CANTADOR... ENCANTO ESTRADEIRO...
Porém, não é só de mistério que se faz o estradar. Moda de viola, encantos e encontros constituem inspirações para o cantador, e ele, amigo de jornada e prosa farta, diz a loa, enfeita o verso, e faz da palavra PARTIDA o seu mote.
Agora é ir marchando. É o Mundão de Deus que abraça o povo andante, sem medo do que surgirá. E por derradeiro, se sabe que virá do bom e dos contrários!... Mas tudo faz parte da vivência e do brinquedo. Até noiva que foge porque resolveu que ainda não é tempo de casar.

TEM NOIVA QUE SURPREENDE... DESISTE DE CASAR...
Sim, é dolorido, mas forçoso, saber que tem um tempo de perder pra se achar!
Partir quase nunca se define com serenidade. A bússola é quase sempre, o coração do caminhante.  Encruzilhada, quatro cantos, uma escolha, onde caminhos e descaminhos se confundem.
E, na buliçosa ânsia de avançar, aprender a cada palmo do caminho que:
O que dá pra rir dá pra chorar, questão só de peso e de medida, problema de hora e de lugar, mas isso são coisas da vida!

E O CORTEJO CRESCE... E CHEGA GENTE QUE SEDUZ E ENDOIDECE!
Surpresas e arrebatamentos se sucedem... Os raios do sol feito um farol, trazem Aurora cintilante, fascínio, quimera e magia pra os olhos insones que a acolhem e ficam presos aos seus segredos e enigmas.

A PASSAGEM E A CERTEZA DE ONDE SE QUER CHEGAR...
Comboio abraçando os ventos rumo a Benvirá!
- Virá Bem, terra da bem-aventurança, onde a abastança consiste em existir... Assim seja e assim será! Uma morada ancorada em solo fértil e alastrada em braços de uma mesma raiz. 
Em nome da fé, que nunca falha, surge o anunciador daquele que virá para anunciar. 
Anjo de luz, ginete sereno, arqueiro da alegria e da Boa Nova. 

... Mensageiro do Senhor...
Revigorados sejam os laços de amor, cumplicidade e folia,
Encontrado seja o menino sagrado,
Dono da fecundidade e da festa...
Amém!
Busca, entrega paixão, é o fogo fátuo queimando voraz!

AURORA, O CAMINHO E A ILUSÃO...
Vara a noite, corre o dia, a estrada se avoluma e a travessia se expõe como forma de chegar... Mas como em cada ser vivente habita os todos humanos, o caldeirão já fervente, tempera com, doce e amargo, mentiras e cobiças o claro, escuro dos avessos que lutam dentro de nós... Misturam-se paladares e formas diversas de ser!
Assim a Aurora anoitece, esquece que é resplendor, endoidece de vaidade e só por puro capricho, desvia o rumo do ofício.
Porém, como já é manifesto, a própria sacralidade habita também no profano e no mais pequeno de nós, assim, depois do caso passado, do susto e da reação, é a própria Aurora encantada, que traz a tocha do fogo, distinguindo o lugar certo da fogueira de São João.

A SAGA HUMANA... FÉ... CRENÇA... FESTA E VIDA...
A estrela anuncia o menino nasceu!
Salve São João! São João dos Carneirinhos... De cabelo enroladinho a fazer festa no céu. Seus mastros, seu fogaréu, balões, bois e bandeiras, casamentos, advinhas, agouros e ladainhas, danças, cantos, procissões. Tudo em você é encontro e motivo pra festejar.
Tem casório, louvação, tem presente e MATULÃO!



OFERTÓRIO... DOAÇÃO...
Matulão... Uma palavra pouco usada, de sentido, tão vasto e tão pequeno, que muitas vezes nem é entendido! Quem sabe, talvez, num dicionário de apreço e de lembranças, se encontre seu lugar e a sua definição.
É que não se traduz pela palavra, talvez se compare ao anseio do mambembe e caminheiro, que faz dessa bagagem pura essência transbordante de festa.
Eis o nosso compromisso, assim cumprido: Matulão abarrotado do que somos.

ESTE É SÃO JOÃO...
São João está dormindo, não acorda não!
A curiosa cantiga apela ao dono da festa que durma.  Repousa menino travesso, enquanto dure a brincadeira! Mas que estranheza é essa?
Como diz a voz do povo, e isso não é segredo, caso a criança acorde querendo brincar, a terra incendeia! Então o silêncio é refrão que embala o pequenino no colo da mãe.
São João está dormindo a folia se alastrando, rompendo a barra do dia... E no meio disso tudo num emaranhado de lógicas, lá se vai mais um ciclo, uma aura de encanto, um tempo de louvação, a espera de outro junho pra recriar a função.
...
SANFONEAR TEMA 2017
A rabeca ou rebeca é um instrumento musical de cordas friccionadas, que se assemelha muito ao violino. Mas apesar da semelhança entre os dois, a rabeca é considerada um instrumento com identidade, sonoridade e formas bem peculiares, próprias.
Existem algumas referências bem antigas relacionadas ao uso do instrumento em festas populares no Brasil, desde o período da colonização.
Portanto, pode-se até dizer que as rabecas passaram a fazer parte do cenário da música brasileira (e no forró segundo alguns pesquisadores), primeiro que a sanfona.
Hoje em dia existem até orquestra de Rabecas no Brasil, A Orquestra de Rabecas Cego Oliveira - CE e a Orquestra de Rabecas de Pedras de Fogo-PB são alguns exemplos da ascensão e da visibilidade que esse instrumento tem ganhado no Brasil e até fora do país.
Portanto, com a volta da Quadrilha Junina Sanfonear em 2017, iremos fazer e brincar “UM SÃO JOÃO RECADO”, Onde a Rabeca terá um grande destaque nos arranjos e solos das músicas, até a parte final do espetáculo onde haverá um casamento perfeito de sons (Rabeca e Sanfona), bem como, dos noivos. Mostrando com isso a importância da Rabeca para dar melodia a tantos sons de brincadeiras populares do nosso Nordeste e do nosso país, e muitas vezes é um instrumento que não ganha ênfase.














 





segunda-feira, 12 de junho de 2017

CONTRA PUTIN! Lá vem o lobo!

Os russos, que só podem protestar na rua com autorização do governo (!), ocuparam várias cidades de lá CONTRA PUTIN! O pau cantou e houve prisões. Lugarzinho do cão! E viva os 100 anos da revolução Soviética!
Enquanto isso, escolheram um lobo para simbolizar a Copa do Mundo, lá, em 2018...

domingo, 11 de junho de 2017

QUADRILHAS DE SÃO JOÃO ESTILIZADAS EM RECIFE: SINOPSES, 2017

1


A UNIÃO JUNINA VEM COM O TEMA ( ANJOS,A REVOLUÇÃO DO AMOR). CONTA A HISTÓRIA DO AMOR PROIBIDO ENTRE 2 ANJOS,UM ANJO CELESTIAL E UM ANJO DA ESCURIDÃO, CAUSANDO REVOLTA ENTRE OS DOIS MUNDO DA IMORTALIDADE... NA BATALHAA ENTRE OS DOIS MUNDOS ELES RESOLVEM ABANDONAR SUAS NAÇÕES E VIVER UM AMOR COMO IMORTAIS,CAUSANDO UMA VERDADEIRA REVOLUÇÃO ENTRE O CÉU E O INFERNO.

O SÃO JOÃO DE ROLIUDE – Amor é Filme



O São João de Roliude trás as histórias entrelaçadas de Sonia, Beth e Marco Antônio, Sofia Lorena e Alan Delino. Todos esses personagens trazem consigo algo em comum: Amor.
Sonia (vulgarmente chamada de Sonia Praga) é uma beata convicta e casta que ama de maneira avassaladora o patrimônio maior da cidade de Roliude: A igreja matriz de São João de Roliude. Padroeiro da cidade que está desabrigado desde que a igreja foi interditada por uma praga de cupins. É objetivo de Sonia conseguir a restauração do patrimônio através da Prefeitura junto a Marco Antonio, prefeito da cidade.
Marco Antonio o Prefeito é marido da escandalosa Beth que se acha a versão nordestina de Elizabeth Taylor. Marco Antonio para atender ao capricho de sua mulher resolve usar a verba de restauração da igreja na construção do Marco de Roliude, um monumento ao cinema, paixão dos moradores da cidade.
Sofia Lorena e seu noivo de Alan Delino precisam pagar uma promessa: Casar-se diante da imagem do padroeiro de Roliude, mas com a igreja interditada recorrem ao prefeito para que algo seja feito para que sua promessa seja cumprida.

Então, através do universo do cinema a quadrilha Raízes do Pinho conta essa história mostrando a peculiar semelhança entre o fazer cinematográfico e o fazer quadrilha junina, afinal, ambas para existir precisam se utilizar das outras formas de Arte: Pintura, Dança, Música, Teatro, Escultura e Literatura. Mostraremos como a quadrilha junina é uma espécie de Sétima Arte Popular. Um brinquedo com ares de arte erudita e grande industria de entretenimento. 

ESPETÁCULO JUNINA CAMBALACHO 2017.

A romaria é uma das manifestações religiosas mais importantes e emblemáticos do catolicismo, é com base nesse contexto que a Quadrilha Junina Cambalacho vem trazer seu espetáculo de 2017. Devido a uma promessa de uma filha para sua mãe, Fatinha sai de sua cidade em busca a realização de sua promessa, uma difícil promessa, que envolve sacrifícios e muito desprendimentos. Nesse caminho, há como plano de subterfúgio um amor inconsciente que irá ser revelado ao longo da sua trajetória,  amor sem cobranças , sem contendas, amor de alma e coração.
A Quadrilha Junina Cambalacho nos convida a embarcar nessa história de amor e devoção, cuja mensagem primordial é o amor ao ser humano e a  toda e qualquer forma de vida.

2.      Flor da vertente;  ELA E O SOLDADO. Um conto nosso. Resumo sobre o tema O espetáculo da Junina Flor da Vertente tem como cenário, o CENTRO DE ARTESANATO DE PERNAMBUCO, na cidade de Bezerros-PE. Contaremos um conto, onde o Soldado Zé passará o plantão na noite de São João. Essa noite ficará marcada pra toda sua vida. Pois nela, coisas sobrenaturais acontecem. Todas as peças criam vida, e por um encanto, o amor é declarado pelo boneco Narciso Mané Gostoso pela Boneca da Sorte Esperança. Porém, o Soldado Zé se encanta com tamanha beleza de Esperança. Só que Carnavália, a boneca foliã, quer atrapalhar esse romance entre o Mané Gostoso e a Boneca Esperança, por gostar dele. Nesse quatrilho surgem atrapalhos para que o SIM de Esperança seja dito. Mas quem receberá o SIM, O Mané Gostoso ou o Soldado Zé??? A Flor da Vertente retratará seus brincantes e produção como peças que compõe o acervo do Centro de Artesanato de Pernambuco, destacando para as bonecas da sorte da cidade de Gravatá, o boneco Mané Gostoso, como brinquedo popular mais adquirido em festas populares do interior, o casal de lampião e Maria Bonita de barro, a boneca folia Carnavália, dentre tantas outras peças. Com seu figurino funcional para a dança e tradução do tema, além de uma plástica impactante, com diversas aplicações, bem como a simplicidade da vida interiorana. No seu repertório, será apresentado uma viagem musical que traduz a temática, dentro e fora do ciclo junino, bem como uma grande brincadeira lúdica na noite de São João. Resgatando os brinquedos populares, peças do acervo do Centro de Artesanto de Pernambuco, personagens da nossa história e das estórias populares. A Junina Flor da Vertente preza pelo que seja nosso, Pernambuco de todos nós. Pernambuco que nós amamos.


TEMA: A ESPERA DE UM MILAGRE • RELEASE DO TEMA: ZEZINHO o amor da vida de MARIAZINHA, há encontra e conta a ela que teve um sonho com ela, que na noite de São João ela seria a noiva da quadrilha junina e que o noivo seria ele. Isso realmente seria um sonho pra MARIAZINHA, logo ela que sempre fez votos a Santo Antônio e Santo Expedito, pois MARIAZINHA tem deficiência visual e isso faz com que ela desacredite da vida, desacredite que através de suas preces os santinhos irão ouvir e lhe dar a visão, vencer o preconceito e principalmente casar na noite de São João com o seu grande amor ZEZINHO. CHICÓ seu irmão, esse sim acredita que as preces de MARIAZINHA serão realizadas. Toda força e apoio ele dá a sua irmã, que por vez sofre bastante preconceito por DONA DOLORES, que por vez é mãe de ZEZINHO e por ter dentro de si o preconceito, acredita que por MARIAZINHA ter essa deficiência não fará o seu filho feliz. DONA DOLORES sempre fala pra ZEZINHO que Santo Expedito e Santo Antônio há de colocar outra moça no seu caminho. ZEZINHO, por amar tanto MARIAZINHA não desiste e deixa claro pra DONA DOLORES que não será a deficiência dela que irá o fazer desistir de ser feliz ao lado de MARIAZINHA, e dessa forma DONA DOLORES mesmo não querendo passa a entender esse amor, pois esse sim é um amor verdadeiro! O tempo passa, e chega a noite de São João... E sim! Por ter tanta fé e acreditar nesse sonho, lisonjeado aparece o santo das causas impossíveis, Santo Expedito e concede a MARIAZINHA a realização do seu sonho, Voltar a enxergar. E assim, a espera de um milagre teve um lindo fim. MARIAZINHA voltou a enxergar, Casou com ZEZINHO, venceu todas as barreiras e os dois foram felizes para brincar a quadrilha. Há e CHICÓ? CHICÓ foi feliz também, por sua irmã e por ter sido nomeado o MARCADOR da Quadrilha Junina. DONA DOLORES: Aprendeu que nada pode tornar ninguém inferior a ninguém. Não existe raça, cor, opção de vida ou qualquer deficiência que seja ou que faça alguém ser o diminutivo na vida. Somos todos iguais! E assim como todos eles, ela também foi feliz.

3.      JUNINA TRAQUEJO 2017Gravatá-PE
A Saga do Pavão Misterioso
Navegar pelo imaginário nordestino é sem sombra de dúvidas algo fantástico, muitas vezes paramos pra pensar de onde vêm tantas idéias, o folclore nos remete a inúmeras possibilidades de criar algo novo, ou recriar histórias. Quando lemos O Romance do Pavão Misterioso, datado de 1935 de João Melquíades Ferreira da Silva,  mergulhamos no mundo do imaginário dos cordéis e encontramos coisas fabulosas, de chegadas no Céu ao Inferno, histórias de corno são incontáveis, e é baseado neste imaginário de pessoas simples, mas de um publico fiel que, resolvemos homenagear os poetas cordelistas. Criamos uma lenda que nos remete do romance as incertezas deste  imaginário popular, nem fique curioso, se prepare pra assistir A Saga do Pavão Misterioso...
Falar dos cordelistas através de um Romance foi a forma que encontramos para fazer o público se encantar com a força dessa cultura que nos acompanha no sangue nordestino, e claro sem faltar aquela  pitada de humor, que faz parte da quadrilha, da nossa festa junina e que já é marcar registrada da Traquejo.
A saga se passa no interior de Pernambuco e é contada por Zé de Soiza (marcador), um cordelista, um andarilho que guarda em sua mente histórias e contos nordestinos, conta a história de um homem pai de sete filhos que morava nas Serras do Catimbau, onde também morava uma cigana que por ele se apaixonara só que ele a rejeitava e por não aceitar essa rejeição, ela jogou um feitiço no seu caçula, o menino Januário (noivo), que até completar seus 21 anos uma maldição ele carregara, nas noites de lua nova quando o arrebol começara subia ao lado mais alto da serra e num imenso pavão se transformava, apaixonado por Aninha (noiva) filha mais velha dos cinco filhos de D. Filó, que também não sabia que seu namorado esse feitiço carregava e pra surpresa de Januário na noite do seu vigésimo primeiro aniversário onde o feitiço estava por acabar, e sem perceber foi seguido por sua namorada que sem entender o que acontecia fugiu desesperada, sendo encorajada pelo seu eu, Aninha resolve desistir, influenciada por sua família decide partir e vendo ela que nada mais restava, mesmo com todo amor que sentia, resolve seguir outro destino. Januário esperando sua amada, pois o feitiço havia por acabar e nada mais o proibia de viver a sua história, só que ele não sabia do que acontecia, e pensando em desistir a lembrança do seu pai, sertanejo de força e fé aparece a Januário encorajando ele a seguir, como todo nordestino, nunca desistir e a um final feliz ele há de conseguir!
A Traquejo depois de 03 anos afastada dos concursos por motivos financeiros no município de Gravatá, volta para mostrar com seu estilo de brincar São João, como é forte a cultura do nosso povo e que com orgulho se bate no peito e diz sou nordestino sim senhor, e em seu cenário simples mais fazendo com que o material rústico do artesanato seja valorizado e sendo aproveitado e utilizado em todo espetáculo, os brincantes representam as figuras do cordel, com o figurino em tons terrais, escolhidos para remeter ao sertão e a calda do pavão, o nosso pavão misterioso!




A Quadrilha Fogo Caipira vem mostrar para o público seu espetáculo que neste ano de 2017 abordará o Tema: "O cheiro do cravo, a cor de canela. Eu vim de longe, vim ver Gabriela" É um recorte inspirado na obra Gabriela Cravo e Canela do autor baiano Jorge Amado, romance publicado no ano de 1958, que alcançou renome internacional e foi traduzido em mais de 32 versões, tornando-se um clássico da literatura brasileira. A Quadrilha mergulha neste universo e honrosamente faz um recorte do amor entre a sertaneja Gabriela, fugida da seca e do turco Nacib, que acabou de ficar sem cozinheira. O romance acontece na cidade de Ilhéus, em 1925. A década de 20 é marcada pela crise do coronelismo onde os coronéis principais proprietários de cacau se preocupam com a seca que ameaça a suas safras e Ilhéus passa por um momento de transição, ansiados pelo progresso e a intensa vida noturna litorânea do cabaré Bataclan. O forte contraste de Gabriela, uma moça livre, choca a alta sociedade baiana e encanta os homens da cidade, o que leva Nacib a casar com ela, com a intensão de transformá-la em senhora de sociedade. Perturbada com a pressão e seduzida pelo o galanteador Tonico Bastos, ela acaba traindo Nacib e rompendo com as tradições da época onde a traição levaria a morte. A junina narra essa emocionante história de amor, traição, fé e sedução. "Gabriela não se explica, basta vê-la, senti-la e saber que existe".
Casamento: O casamento é uma adaptação do Romance com trechos extraídos do Livro.
Repertório: Todo Original e correlacionado ao tema, conta com cantores renomados e nordestinos como: Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Elba Ramalho, Alceu Valença, Dominguinhos, Zé Ramalho, Jackson do Pandeiro, Geraldo Azevedo, Gal Costa, Dorival Caymmi além do queridíssimo Tom Jobim.
Canções que ficaram marcadas no cinema e teledramaturgia:
·         Origens – Gal Costa e Tom Jobim
·         Tema de Amor Gabriela – Tom Jobim e Gal Costa
·         Modinha pra Gabriela – Gal Costa e Dorival Caymmi

Figurino: A quadrilha apresenta em seu figurino tons suaves simbolizando a inocência de Gabriela, o Vermelho que significa o Amor e a traição de Gabriela além da mistura de cores (Retalho) fazendo um referencia a Alegria e Simplicidade do povo Baiano.
Cenário: Trás imagens de uma arquitetura dos casarões da cidade de Ilhéus na década de XX, incluindo a mais famosa casa noturna o Bataclan, onde se encontravam os mais famosos coronéis da zona de cacau


EU CONTO UM CONTO O HOMEM E A SERPENTE
Sinopse
O Espetáculo Junino, Eu Conto um Conto: O Homem e a Serpente é um conto nordestino que retrata a misteriosa e poética história de amor entre Zé do Bando, líder da Volante e a serpente Branca a mais rara entre as serpentes.
Conta o conto que as serpentes protegiam Lampião, mostrando o caminho mais seguro no meio da caatinga para o capitão e o seu bando fugir da Volante. Como de costume, diz o conto, que na noite de São João elas se encontram para festejar a vitória sobre a Volante. Ao descobrir isso, por vingança, Zé do Bando manda seus homens caçá-las!

Eu Conto um Conto: O Homem e a Serpente é uma ficção, mas traz consigo uma pincelada de verdade, de conflitos vivenciados em nossa sociedade nas relações de poder ente homens e mulheres. Um conto que tem como palco o sertão, que envolve mistério, coragem, amor e glória. 


“A Magia do Luar no Sertão...”.

4.      Sinopse do Tema“Não há, ó gente, oh não, Luar como esse do Sertão...”.

As Estrelas brilham estonteantes, anunciando uma linda noite de Luar.
Sonhos que viajam em nossa imaginação, nos levando a Lua, e nos cobrindo com todo o Céu, bordado em Estrelas, ápice de um romance enluarado, de Serenata ao Luar.
Oh, Lua! Clareia nossa inspiração... Clareia nossos passos!
E nos passos da vida vamos reviver momentos inesquecíveis...
Vamos cantar e dançar. Vamos emocionar!
Oh, LUA! Ilumina nossos sonhos...
Chega trazendo o Brilho das Estrelas, para que nesta noite, nossos olhos sintam a emoção de estar contigo novamente...
Oh, LUA! Vamos reviver o Luar do Sertão...
Vem com toda sua Magia festejar mais um São João!
É como muito Brilho no Olhar que a Quadrilha Junina Magia Matuta, neste ano de 2017, vai celebrar o Centenário de uma das canções mais populares do Brasil e mais regravadas de todos os tempos, LUAR DO SERTÃO, de Catulo da Paixão Cearense e João Pernambuco, música composta em 1914. Uma canção que ganhou Vida, em Verso e Prosa, interpretada pela Voz do Nosso Sertão, pela Voz do Brasil, pela Voz do nosso Eterno “LUA” - Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 1913 – Recife, 1989). 

“És como as Estrelas bordando o Luar...”.
5.      Grupo Folclórico e Quadrilha Junina Quentão 2017

“O vendedor de fumaça” é o espetáculo da Quadrilha Junina Zabumba em sua temporada 2017. A obra trabalha numa perspectiva conceitual que envolve o lúdico e o real, apresentando uma trama que envolve sonhos e sentimentos. O conceito do espetáculo é amplamente influenciado pela perspectiva surrealista, marcada pela liberdade poética, literária e musical. O espetáculo busca mexer com o imaginário e com os sentimentos mais íntimos do espectador. Cada um poderá se ver e ser reconhecer em alguns ou em todas as personagens que compõe a trama, através de suas atitudes, discursos e posições. Também, serão levados a refletir a respeito do que efetivamente vale importa para ser feliz. O conceito de felicidade é colocado em xeque levando cada um de nós a repensar o que realmente nos traz felicidade. A mensagem principal do espetáculo é de que alguns sentimentos (como a inveja, a ambição e o rancor) são dispensáveis e que a felicidade está presente nas coisas mais simples da vida. O espetáculo convida, pois, a olhar para dentro de si e encontrar dentro do peito aquilo que lhe faz bem. O espetáculo é direcionado ao público adulto, ainda que por meio do lúdico e do imaginário, permitidos pelo surrealismo, se pareça com um verdadeiro conto infantil. A trama se constitui num musical com uma estética, coreografia e musicalidade junina, somado ao reforço de uma trama teatral que se volta a contar esse enredo. Sejam bem vindos ao mundo surreal do nosso... Vendedor de fumaças. SINOPSE A Quadrilha Junina Zabumba traz para cena um espetáculo criativo, inovador e intrigante. Baseado numa criação de Douglas Duan, Guilherme Rodrigues e Marcelo Brandão, o espetáculo “O Vendedor de Fumaça” vai levar para os arraiais uma trama lúdica que se passa numa cidadezinha qualquer. Ali, um vendedor de fumaças surge trazendo esperança para um lugar que ao longo do tempo perdeu o sentido de existência. Naquela cidade o relógio girava para trás, a tristeza tomava os corações, o amor já não florescia e o ódio e a inveja eram sentimentos corriqueiros. O vendedor percorre a cidade oferecendo sua magia capaz de solucionar qualquer problema. Dizia ele possuir uma fumaça mágica capaz de transformar os mais íntimos desejos em realidade. Toda população vai em busca desse tal vendedor de fumaças, ainda que desacreditem em seu poder. Em sua caminhada se depara com as fofoqueiras da cidade que, embebidas de inveja, se satisfazem com fofocas sobre a vida alheia; com o padre que já não possuía fé; com um velho que sentia saudades das antigas festas de São João; com Noivo que tinha remorso por ter roubado o coração de sua amada; e com uma Noiva que vivia engaiolada por não ser mais capaz de amar. O Vendedor de fumaças surge como uma solução para os problemas daquele povo. Apesar de a descrença reinar naquele lugar, alguns viam naquele vendedor de fumaças uma luz, ainda que ali só existisse a treva. O vendedor de fumaças, porém, não contava que ali vivia uma pessoa, que se alimentava daquela realidade triste do lugar e se satisfazia com tamanha situação. A Pessimista corporifica a vilã desse enredo e juntamente com seu capacho, o Cabeça de Vento, tentarão de todas as formas expulsar dali aquele senhor que vendia sonhos e esperança. Em meio à tragédia, inveja, tristeza e rancor, eis que ressurge a alegria, o amor e a esperança. O vendedor de fumaça lhes oferece de volta o direito de viver as festas juninas, deixando um importante legado de que a felicidade está nas coisas simples da vida. JUSTIFICATIVA REPERTÓRIO O repertório é baseado numa ampla pesquisa conceitual buscando transmitir sentimentos e emoções através da música. Logo, traz para cena canção de autoria própria e algumas músicas de compositores consagrados na cena musical. COREOGRAFIA Coreograficamente, o espetáculo apresenta um mix de estilos entre o popular e o contemporâneo recriando movimentos típicos da quadrilha junina tradicional. Com movimentos ousados que completam a cena de acordo com o momento do espetáculo. FIGURINO Nosso figurino trás de uma forma lúdica e “surrealista” uma fumaça humanizada, fumaça sem definição, sem gênero. Fumaça em um misto de lilás, rosa e roxo, com o leve toque do branco que traz a realidade visual de fumaça. Trazendo o volume, formas e leveza que a fumaça transmite, nosso figurino tem a função de ser a fumaça que envolve em cena. CASAMENTO A parte teatral apresenta um conceito de teatro de arena. Os personagens percorrem toda a trama envolvidos num jogo de cena entre interpretação e coreografias que se voltam a revelar a essência do espetáculo. A trama corre em torno do Noivo que por ciúmes e sentimento de posse com medo que ela se apaixonasse por outro, roubou o coração da sua amada, assim tirando sua chance de amar e viver presa em sua própria solidão. MARCADOR Ele é o próprio Vendedor de fumaça, que tenta vender os sonhos e desejos mais íntimos das pessoas através do movimentar da fumaça que o segue e tem a missão de levar alegria e esperança por onde passa. CENOGRAFIA Do ponto de vista cenográfico, a Quadrilha traz para cena um conjunto de elementos cênicos que colaboram para uma melhor compreensão da trama. Cada personagem possui uma alegoria própria representando o conceito de que cada um vive no seu próprio mundo, no contexto em que está inserido. 
Com o tema MANGUE! Do movimento da lama nasce a revolução.  A Quadrilha Junina Quentão em 2017 vem falando da história de uma pescadora guerreira que, unida com um biólogo, lutam contra um deputado rico, que quer destruir o manguezal e construir seu grande empreendimento. Juntos com toda população ribeirinhas e o padre, eles defendem o mangue com a ajuda de seu maior defensor cultural Chico Science. Sobre a pressão religiosa, cultural e a força massiva da população, o deputado desiste de tal ação, que arrependido, decide contribuir com a festa do casório entre a pescadora e o biólogo. Com muita alegria e irreverência, a Junina Quentão 2017 vem abordar a desigualdade social enfrentada pelos moradores, a poluição e desmatamento dos mangues e a força autêntica da mulher guerreira pernambucana. Tudo isso pelos olhos de seu maior defensor cultural Chico Science.