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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

UM MINUTO PARA DIZER QUE TE AMO: Peça sobre o Mal de Alzheimer estreia em Recife. Dirigida por Rudimar Constâncio, com texto de Luiz Navarro e dramaturgismo de Moisés Monteiro de Melo Neto, a peça é produzida por Matraca Grupo de Teatro

Abordando de forma poética e contemporânea o Mal de Alzheimer, com um enredo que coloca em cena um homem velho com o seu filho e uma mulher e sua cuidadora, separados pela doença, o espetáculo “Um minuto pra dizer que te amo” estreia nesta quarta-feira (18) no palco do Teatro Marco Camarotti, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Dirigido por Rudimar Constâncio, a montagem, mais uma produzida pela Matraca Grupo de Teatro, do Sesc Piedade,  ficará em cartaz até o dia 21 deste mês, sempre às 19h30. Os ingressos custam R$ 15 (comerciário, dependente e meia) e R$ 30 (público em geral). 

Amor, amizade, dedicação e companheirismo são alguns dos sentimentos que permeiam o universo de duas mulheres: a mãe de Lúcio e Amélia, uma cuidadora contratada, que, por meio da música, criou pontes capazes de trazer de volta as lembranças da mãe de Lúcio. Ao mesmo tempo, acontece o encontro de pai e filho, no mesmo espírito de amor e respeito. As cenas se consolidam em uma trajetória de vida, memória, narrativa e morte. 

“Os personagens embarcam numa aventura lúdica em busca das melhores lembranças e se deparam com conflitos e com a certeza de que só um amor incondicional é capaz de transformar todas as adversidades que a doença lhes impõe. Na peça, destacamos a poeticidade da vida e de sentimentos comuns aos seres humanos, independente de possuir ou não o Mal de Alzheimer”, explica o diretor Rudimar Constâncio.

A montagem foi produzida em um processo colaborativo com o método Viewpoints, envolvendo seis pessoas com diferentes pontos de vista sobre a peça. O trabalho resultou na escolha de 12 cenas. O texto é de Luiz de Lima NAvarro, em criação colaborativa com os atores e ainda as inserções e debates com o dramaturgo Moisés Neto. 
“Trouxemos para o palco não somente a abordagem sobre a doença, mas uma discussão conceitual em relação à memória e à narração, em seus vários aspectos, o que foi essencial para a formação desse espetáculo”, afirma Constâncio. Os atores vêm se dedicando há 10 meses ao processo de criação de seus personagens e cenas. O elenco é composto por Carlos Lira, Célia Regina, Vanise Souza, Edes di Oliveira, Douglas Duan e Lucas Ferr. O grupo presta homenagem aos 40 anos de carreira do ator Carlos Lira (foto).


Serviço:
Espetáculo “Um minuto pra dizer que te amo”
Data: 18 a 21 de outubro
Horário: 19h30
Local: Teatro Marco Camarotti, Sesc Santo Amaro, Rua 13 de maio, nº 455.
Ingressos: R$ 15 (comerciário, dependente e meia) e R$ 30 (público em geral)
Informações: (81) 3216.1616





UM MINUTO PARA DIZER QUE TE AMO: Abordando de forma poética e contemporânea o Mal de Alzheimer, com um enredo que coloca em cena um homem velho com o seu filho e uma mulher e sua cuidadora, separados pela doença, o espetáculo “Um minuto pra dizer que te amo” ocupa o palco do Teatro Marco Camarotti, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Dirigida por Rudimar Constâncio, com texto de Luiz Navarro e dramaturgismo de Moisés Monteiro de Melo Neto, a montagem é produzida por Matraca Grupo de Teatro, do Sesc Piedade.. Os ingressos custam R$ 15 (comerciário, dependente e meia) e R$ 30 (público em geral).





“Trouxemos para o palco não somente a abordagem sobre a doença, mas uma discussão conceitual em relação à memória e à narração, em seus vários aspectos, o que foi essencial para a formação desse espetáculo”, afirma Constâncio. Os atores vêm se dedicando há 10 meses ao processo de criação de seus personagens e cenas. O elenco é composto por Carlos Lira, Célia Regina, Vanise Souza, Edes di Oliveira, Douglas Duan e Lucas Ferr.

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Amor, amizade, dedicação e companheirismo são alguns dos sentimentos que permeiam o universo de duas mulheres: a mãe de Lúcio e Amélia, uma cuidadora contratada, que, por meio da música, criou pontes capazes de trazer de volta as lembranças da mãe de Lúcio. Ao mesmo tempo, acontece o encontro de pai e filho, no mesmo espírito de amor e respeito. As cenas se consolidam em uma trajetória de vida, memória, narrativa e morte.

Moisés Monteiro de Melo Neto, Luiz Navarro, Rudimar Constâncio, Samuel Lira, artistas e técnica no ensaio geral da peça UM MINUTO PARA DIZER QUE TE AMO: A linguagem fica entre o expressionismo alemão e o surrealimo. E isto pode ser percebido na movimentação corporal, nos pigmentos do cenário



Rudimar destaca o texto desta estreia, de autoria do pernambucano radicado em Goiás, Luiz de Lima Navarro, em criação colaborativa com os atores, além de discussões com o dramaturgo Moisés Monteiro de Melo Neto - que escreveu intertextos e mais dois personagens, o pianista e o espectro; a peça busca traçar um panorama poético e atual sobre o Mal de Alzheimer - uma doença que está ligada a outros temas, como vida, morte, narrativa e memória

"A linguagem fica entre o expressionismo alemão e o surrealismo. E isto pode ser percebido na movimentação corporal, nos pigmentos do cenário", ressalta Rudimar Constâncio.


Dirigida por Rudimar Constâncio, com texto de Luiz Navarro e dramaturgismo de Moisés Monteiro de Melo Neto, a montagem é produzida por Matraca Grupo de Teatro.


“Os personagens embarcam numa aventura lúdica em busca das melhores lembranças e se deparam com conflitos e com a certeza de que só um amor incondicional é capaz de transformar todas as adversidades que a doença lhes impõe. Na peça, destacamos a poeticidade da vida e de sentimentos comuns aos seres humanos, independente de possuir ou não o Mal de Alzheimer”, explica o diretor Rudimar Constâncio.

A montagem foi produzida em um processo colaborativo com o método Viewpoints, envolvendo seis pessoas com diferentes pontos de vista sobre a peça. O trabalho resultou na escolha de 12 cenas. São elas: “O silêncio de Deus ou fim que vira começo”, “À espera da barca…”, “Maria Guida, hoje e amanhã”, “O menino”, “A elevação do Alzheimer”, “Reminiscência”, “Morrendo a cada segundo, ou o voo dos vaga-lumes”, “Delírio e morte”, “A barca da vida”, “Delírio e mentira”, “Das estrelas ou preciso de um céu”

Serviço:
Espetáculo “Um minuto pra dizer que te amo”
Data: 18 a 21 de outubro
Horário: 19h30
Local: Teatro Marco Camarotti, Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, nº 455
Ingressos: R$ 15 (comerciário, dependente e meia) e R$ 30 (público em geral)
Informações: (81) 3216.1616

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

MANIFESTO DA POESIA ILUSIONISTA DO RECIFE



Queremos uma ação poética de consumo; não escreveremos mais sobre temas e sim sobre  fatos (externos ou emocionais), exploraremos significados e contradições possíveis e atuantes observando elementos que confiram a suas  realidades e, claro,  existência(s);
Depois de  ter o vocabulário (da área, não o do autor), partiremos para a sintaxe de manipulação (do vocabulário)  numa pragmática que parta do vocabulário até o (pré) texto;
Incentivaremos o leitor a praticar tal  processo;
Nosso  poema será  autocentrado, mas submetido à realidade social, sem perder a  subjetividade lírica!?
Daremos vez  também ao poema autobiográfico, mesmo anárquico, afinal desejo e memória terão, em nossa poesia, um viés de  experimentalismo que envolva o caráter público-político, tal autocentramento (auto-espelhamento?)  exporá  o objeto poético à verdade (pós-kantianamente falando: o que  é o Real? Translacanianamente o que é o simbólico e enfim: o imaginário?) do grupo e, claro do sujeito poético (kkkkkkkkkk);
Propomos a fragmentação do discurso, o fluxo de consciência, a intertextualidade intensa!
Somos o cotidiano, a auto-ironia, o existencial, o social e (oh!) o...político!
Nossas obras são (im)puras fragmentação e deglutição;
Queremos justapor imagens em enunciação meio caótica, louvando e destruindo a rebeldia  através  da intervenção na problemática do cotidiano;
Queremos mais vida, corpo, cultura em sentido bem mais amplo, louvando e destruindo, simultaneamente, a indústria cultural!
Queremos refletir o jogo do século XXI, seu atrito, tensão (não apenas na linguagem poética, mas no nosso visual , nossos corpos, sexos, jeito de comer e falar, sempre!
Guerrilha, de novo! Pela gozo do CIBERDESEJO, já!
Sim à linguagem fragmentada das cibernéticas passeatas/ cruzadas, com suas POSTAGENS -relâmpago, em CIBERRETÓRICA descentralizadora;
Propomos a revolução do conhecimento, a dissolução regenerativa de qualquer possível consciência política!
Queremos uma revolução não só formal, mas o estilhaçar da própria gênese de todos os fenômenos; retrabalharemos signos, metáforas, símbolos; queremos o poeta como imperador e escravo colonial, no CIBERCOLISEU, espaço poético virtual em que a vida possa se cumprir SATILIRICAMENTE;
Tela-praça, portátil/fixa, doa em quem doer (é bom que seja no outro, não em você!);
Luta e fúria: viver é guerra!
Viva o poemas esgrimista! Touché!
Propomos INTERSECCIONADAS  coexistências, isto é: o CRUZAMENTO: tempo VERSUS  poesia: presença versus eterna ausência antifreudiana materna da pátria ou do ser que pariu o poeta e/ou o leitor.
Urgência no COLAR dos fragmentos da INESPERADAMENTE NUA unidade!
Que o corte recupere sua autonomia: Poesia–cirurgia!
Pela  invencionice destabocando o papai e mamãe pós-marxista!
Contra o tratamento da elegância e delicadeza,  sim à exploração da eterna e trágica solidão do homulher luciferinos, pré-edênicos nesta vida tão cheia de... palavras, olhares de cobiça!
Pelo desnudamento total da verdade, pois a mentira triunfou até agora de qualquer modo através da linguagem áspera dos tribunais populares e eruditos!
Se você disser que é mentira será mentira sua...
Malvados, tremei!  KKKKKKKKKKKKKKKKKKK


Recife,  dezembro de 2012      
                                    
Moisés Monteiro de Melo Neto

sábado, 14 de outubro de 2017

O Manifesto Regionalista faz 90 anos. Ainda fez sentido?

Olhando para esta foto de Ariano e Chico fiquei aqui pensando: 

Ariano Suassuna encontra Chico Science no Recife


Num mundo cada vez mais misturado e embalado em redes, vale a pena falar de Nordeste independente? Pãos ou pães: questão de opiniães, diz o peculiar Guimarães (regionalista universalizante e cheio de além) Rosa. Ah! Saudade do Futuro, eu juro. Vamos rasurar fronteiras ou deixo logo de besteira? Não fique magoado, vou falar do passado. Em 2016, o Manifesto Regionalista do Recife completou 90 anos. Este Movimento, nas palavras de Mauro Mota: teve e tem uma filosofia, tais as vigências dos seus métodos a de suas diretrizes.


 Por mais que, sob o domínio de facciosismos interestaduais, alguns historiadores sociais ou literários o excluam ou reduzam em comentários e até citações, o "Movimento Regionalista de 1926" no Recife, comandado pelos estudos de Gilberto Freyre (que a esquerda ainda não perdoa e nós arregalamos também os olhos para o que ele fez no período 1964-79) e por Gilberto Freyre em pessoa, significou o início de uma fase nova na cultura brasileira, aí tida, não em termos de localização geográfica ou cronológica, mas em termos do espírito mais autenticamente brasileiro, que ganharia espaço, tempo e seguidores nas diversas regiões brasileiras, sem perda das características de cada uma. 





Em nota de 1952, o autor do "Manifesto do Movimento de 1926" define o Regionalismo, como criação pura no que assumiu de complexo em suas combinações novas de idéias porventura velhas, sistematização brasileira, realizada por um grupo de homens do Recife, não só de novos critérios regionais de vida, de estudo e de arte como de vagas e dispersas tendências para-regionalistas já antigas no Brasil, mas quase sempre absorvidas pelo caipirismo ou deformadas em aventuras de pitorescos ou cor local, está, de modo geral, para a cultura brasileira, que libertou dos excessos de centralização, como o Federalismo está, em particular, para a vida política do país, descentralizada, embora sob alguns aspectos erradamente descentralizada pelo ideal da República. Essa definição corresponde a uma realidade, a que o Movimento deu corpo, vida, expressão e expansão. A esta altura, além de estudá-lo nas origens, seria de mais interesse estudá-la nas conseqüências, através do levantamento de território e implicações. Um dos mais importantes domínios é o domínio sobre o tempo. Enquanto nem se fala mais em outras tentativas renovadoras ou assim apresentadas, vale perguntar: a chama de 26 continua acesa diante das novas gerações?

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Professor Moisés Neto visitou a PEDRA DO REINO



A pedra do Reino e o massacre Sebastianista No Sertão de Pernambuco encontramos a cidade de São José do Belmonte (a 473 Km de Recife, acesso pela BR-232) que tem como principal atrativo a Pedra do Reino, formação rochosa de granito no formato de duas torres, sendo que uma possuí certa de 30 e a outra 33 metros de altura. A região onde se localiza e curiosa Pedra do Reino seria palco de um dos eventos mais controversos da história brasileira. Pedra do Reino, palco da matança ocorrida entre os dias 14 e 17 de maio de 1838, começa pelo menos 270 anos antes, em Portugal, quando D. Sebastião é declarado rei aos 14 anos, em 1568.O espírito aventureiro, explosivo, religioso e também belicoso do rei, o faz cometer inúmeros atos questionáveis. O maior, no entanto, é aquele em que perde a vida, lutando contra os mouros na Batalha de Alcácer-Quibir, na África. D. Sebastião num acontecimento simbólico: um dia ele voltaria para libertar e trazer de volta a felicidade ao seu povo; o messianismo político-religioso de Portugal do século XVI ressurge deturpado e violento no interior de Pernambuco, três séculos depois.Em nome de Dom Sebastião, auto-proclamados profetas formaram comunidades que aguardavam a sua ressurreição. Os adeptos a este movimento esperavam a ressurreição do santo sob a crença de que os males seriam convertidos em alegrias, o mal se tornaria bom, o velho se tornaria jovem, e assim por diante; na Serra Formosa, em São José do Belmonte os sebastianistas da Serra Formosa fundaram uma espécie de reino, que os dava direito a uma coroa feita de cipós.Também manipulavam uma bebida à base de ópio e jurema. O primeiro rei foi João Antônio. Ele dizia que o rei havia lhe aparecido para mostrar-lhe um tesouro.Bem a direita dessa imagem é possível avistar a formação rochosa
João Antônio portava um folheto de Cordel e duas pedras preciosas , dizendo tê-las encontrado na Lagoa Encantada, situada na área da Pedra Bonita, o folheto funcionava como uma bíblia sebastianista e as pedras, eram usadas para atrair a atenção da população. Através disso João consegue casar-se com Maria, moça que lhe foi negada por seus pais anteriormente e consegue angariar dinheiro e demais riquezas, prometendo que estas seriam pagas quando o reino desencantasse após a vinda de D.SEBASTIÃO Nas suas pregações, era auxiliado por todos os membros de sua família e outros adeptos, que percorriam as áreas circunvizinhas da região. Instalava-se assim, o Primeiro Reinado da Pedra Bonita, reinado este que foi marcado por pregações fanáticas e idéias socialistas. O sofrimento desses visionários e o ódio contra o poder e a propriedade. Desencadeando a rivalidade com os proprietários locais que através do Padre Francisco Correia de Albuquerque conseguiu dissuadir o Rei João Antônio, a abandonar a região e fugir para o Ceará. Com a fuga de João Antônio seu o cunhado, João Ferreira, acabou assumindo seu lugar e tornando-se um "rei" louco, cruel e sanguinário.Vivendo nos moldes de um reinado, João Ferreira fazia pregações e mantinha o controle de todos os hábitos e atos dos seus seguidores, impondo as regras em nome de D. Sebastião. Nas suas pregações o número de seguidores aumentava, fazendo com que a comunidade-seita chegasse a contar com 300 membros, entre homens, mulheres e crianças. A comunidade mantinha alguns hábitos e normas peculiares. Os homens podiam casar-se com várias mulheres, a higiene pessoal não era permitida, nem a lavagem de roupa e o trabalho não era necessário; também comiam pouco, bebiam em abundância, rezavam e dançavam esperando o grande acontecimento: a vinda de D. Sebastião.João Ferreira fez as pessoas crerem que Dom Sebastião estaria "encantado" na Pedra e só retornaria, realizando todas as promessas feitas àquele povo, quando o lugar fosse lavado com sangue.No dia 14 de maio de 1838, após embriagar a muitos membros da comunidade, o "rei" comunica a todos que D. Sebastião estava em profundo desgosto para com eles, pois eram homens incrédulos, fracos e falsos e não tinham coragem de regar o campo encantado, nem de lavar as duas torres da catedral do reino, com o sangue necessário para quebrar o encantamento e dar a todos uma oportunidade de vida melhor.
São muitos os relatos de mortes voluntárias (com pessoas se jogando do alto da Pedra) e involuntárias (a maioria era decapitada, incluindo crianças) ocorridas entre os dias 14 e 17 de maio.Cinquenta e três pessoas foram sacrificadas nos três dias da matança, incluindo a mulher do "rei", a rainha Izabel.Tal ato despertou a ira do cunhado, Pedro Antônio, que mesmo de longe conseguiu falar com os discípulos, dizendo-lhes que Dom Sebastião precisava também do sangue do próprio rei, João Ferreira. Conta-se, que esse teria morrido com requintes de crueldade.O major Manoel Pereira da Silva, outro conhecido personagem da história, soube do ocorrido e foi com suas tropas conter a verdadeira chacina provocada pelos reis da Pedra Bonita (que Ariano Suassuna, em seu romance, chamou de Pedra do Reino).



domingo, 8 de outubro de 2017

Disco novo dos Rolling Stones, em dezembro de 2017 (anos 60, de volta ao futuro)

Ano passado assisti ao show dos Rolling Stones no Maracanã (Turnê OLÉ!): UM DOS MELHORES DA MINHA VIDA. Uau! E agora vejo que a banda inglesa mais que cinquentenária (!) vai lançar novo álbum: "On Air" (anunciado nesta sexta-feira, 06).

 Capa do CD ON AIR, dos Stones, traz músicas gravadas em 1960 que foram restauradas especialmente para este projeto. 

Moisés Neto, Sabrina Serpa e Fernando Cordeiro  no show dos Stones, RIO 2017 


Está chegando o novo CD dos Rolling Stones!


Vai ser em  dezembro, no dia primeiro, e será em vários formatos, inclusive, uma versão especial em vinil. Nas redes sociais, junto com um vídeo promocional, a banda crava que o disco: "Oferece uma visão única sobre os dias de formação da banda. Este é o Stones de onde tudo começou, tocando a música que eles amavam muito: Blues, R&B e até mesmo o country. Cada faixa foi restaurada pela Audio Source Separation e vocês poderão perceber a impressionante diferença que isso fez em cada uma delas".


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Tiros na plateia de um festival de música no hotel Mandalay Bay, Estados Unidos

Triste pelas 50 pessoas que  morreram e pelas outras 200 que ficaram feridas no tiroteio durante um show em Las Vegas.

ONDE TODO TEMPO por JMB



              
É mínimo mas pode ser                         múltiplo em todo e qualquer lugar.              Onde Sonia esteja nos liberando.      Poemas autografados                                    na floresta dos signos e avenidas            com sinais fechados para travessias.                                  Sem acadêmicas prosopopeias.             Desde sempre Sonia                            devassando enigmas cotidianos                  que nos arrebatam sem atormentar.           A releitura em pesquisa de outros    PROVENÇAIS do tempo            além e aquém de outras idades e perversidades (relidas no livro de Dione Barreto)  ouvindo LIGNINA pela Banda do SERTA:           Serviço de Tecnologia Alternativa.           De Pedro Celso e Arion Santos arriscando-se para nos co-mover            entre mares, rios, janeiros e outubros. Onde todo tempo nos alimenta e talvez de-sen-vol-va  sem medo das temeridades.    Quem poderia esquecer do livro                     DO AMOR E SUAS PERVERSIDADES?                 Quem sabe da PROVANZA para dançar? Permitir novos aromas reinventando palavras com Z.   Ouvir os outros por inteiro. Vivenciando outra Itália com sabores e saberes. Sem dissabores.                                    Antes e depois do agora e do amanhã. No lugar da imaginação ZERANDO o medo. Antecipando emoções e compromissos          além de nós mesmos e outros desejos.




Jomard Muniz de Britto                  

              Recife/outubro/2017